"Santa loucura" (4)
Obrigado São. Obrigado Rita. Obrigado Filipa. Obrigado Luís. Obrigado Tomás.
Obrigado "General". Obrigado Zé e Ricardo.
Obrigado Pedro e Nuno. Obrigado Gabriel, Euclides e Rickie.
Obrigado Zé Carlos, Vitalli e Marco.
Obrigado João, Orlindo e Carlos.
Obrigado Paulo e Luís Pinto.
Pode até parecer-vos uma "lista" exaustiva de nomes! Porém, é imensamente mais do que isso. É a gratidão pura e sincera deste meu coração a esses outros corações que quiserem e ousaram oferecer-se e partilhar o que tinham de mais nobre e mais valioso: as suas próprias vidas. Com o seu tempo e a sua história. Os seus passados e os seus sorrisos. Os seus medos e anseios como os seus sonhos e vontades de lutar...
"Obrigado" pela experiência que me proporcionaram, pelos momentos que vivi, pelos sorrisos que recebi, o alento que me ofereceram, o sonho que alimentaram...
Mais do que "nomes", são almas que ficam na minha história, são vidas que marcaram a minha vida. São razão de caminhar, razão de combater, razão de acreditar que, dia após dia, o mundo pode, verdadeiramente, ser bem mais bonito.
Obrigado a vidas que, evidentemente, não são perfeitas. Como o não é a minha nem a de nenhum de nós. Mas um "obrigado" porque nessas imperfeições pode sempre sobressair a riqueza da verdade e da simplicidade. Porque podemos sempre maravilhar-nos e aprender com a humildade e a ternura de que são capazes todos os outros, para além de estigmas, dores, abandonos ou rejeições. Um "obrigado" porque sublinharam a minha "fé" no poder da cumplicidade, da amizade, dos laços do coração. Um "obrigado" a cada um porque, para além das nossas diferenças e imperfeições, podemos e conseguimos olhar e fixar-nos naquilo que nos é comum e nos ajuda a caminhar sempre mais além: o poder do coração.
Regressados agora à "normalidade" das nossas vidas, aos quotidianos do nosso caminho, há que relembrar que há momentos e encontros, há episódios e vontades, bem mais fortes que os "encontrões" que a vida nos possa já ter proporcionado.
"Só por hoje", e dia após dia, em cada vinte e quatro horas de caminho, podemos ser todos homens e mulheres que transformam o mundo e a Igreja em algo belo e grandioso. Simplesmente porque acreditamos no poder da humildade, na força da verdade, no esplendor da simplicidade, na grandiosidade de ousarmos sonhar...
"Tomás, passo a passo foi entrando
e os "jubileus" conquistando
com pena nos deixou,
mas a sua marca ficou".
Um "verso", umas palavras, escritas pelo e com o coração daqueles que se sentiram e souberam iguais e únicos a cada um de nós porque nos "atrevemos" a ser irmãos. Dirigidas a alguém que incarnou a aventura que todos fizemos nossa... Palavras confiadas, afinal, a todos nós... que merecem que digamos aos "jubileus" pelo menos "obrigado".
Para o fim deste texto, o "Obrigado" maior a Carcavelos e a quantos proporcionaram estes dias únicos. A todos os que generosamente colaboraram neste projecto.
A quantos na "retaguarda" da oração sustentaram cada um dos nossos passos.
Aos muitos e muitos que, no segredo e na discrição, estiveram e quiseram estar presentes nesta "santa loucura"...
