"De mãos vazias"
"Venho para aprender a ser santo
Venho pedir, Senhor, a Tua ajuda.
Quero ser alegre e ser humilde.
Sei que com fé a vida muda.
Perdoa-me, ensina-me Senhor,
a ser melhor; a amar-Te mais. (bis)
Venho com as minhas mãos vazias.
Venho como um cego atrás da luz
Venho como criança perdida.
Venho aprender a amar Jesus".
"Venho para aprender a ser santoVenho pedir, Senhor, a Tua ajuda.
Quero ser alegre e ser humilde.
Sei que com fé a vida muda.
Perdoa-me, ensina-me Senhor,
a ser melhor; a amar-Te mais. (bis)
Venho com as minhas mãos vazias.
Venho como um cego atrás da luz
Venho como criança perdida.
Venho aprender a amar Jesus".
Quantas vezes neste Estoril ecoou já esta música?
De quantos corações, aqui neste Estoril, subiu ao Céu esta mesma prece?
Neste Estoril, quantas mãos vazias se abriram já?
Quantos almas deste Estoril aprenderam mesmo a amar Jesus?
Bem sei que apenas e só Deus pode e consegue saber e responder a estas questões; que apenas Deus, que vê no segredo, pode e consegue entender a verdade do que dizemos e cantamos, a verdade daquilo que vivemos e anunciamos...
E ainda bem, pois que a cada um de nós compete apenas a perseverança desse cantar, desse sonhar, desse rezar! A cada um de nós importa somente essa «teimosia» de não desistir de perdir perdão e ousar vir, dia após dia, aprender a amar Jesus, aprnder a amar a Cruz, aprender a ser santo.
Isso mesmo nos foi pedido este Domingo na Eucaristia: "Sede santos como o vosso Deus é Santo"; "Sede perfeitos como o vosso Pai do Céu é perfeito"!
Esse é o nosso caminho; por aí tem de avançar a nossa vontade e a nossa dedicação, o nosso esforço e os nossos desejos. Ser santo, ser perfeito, querer viver ao estilo e ao jeito de Jesus.
Por isso vimos, cada dia, cada Domingo, de mãos vazias para as encher de Graça e de Luz, de Vida e de Verdade, de Esperança e de Eternidade. A fim de podermos ser, no coração do mundo, testemunhas da Ressurreição, apóstolos de outro Reino, discípulos de outro Mestre...
Com humildade genuína, com simplicidade autêntica, como mendigos do eterno, buscamos mais e mais a Deus. A Sua vontade. A Sua Paz. A Sua Vida.
Aqui, neste Estoril, possa Deus encontrar corações - muitos, incontáveis - que mais não querem ou ambicionam senão mesmo serem santos, serem todos de Jesus...
É que é isso mesmo que o Estoril precisa acima de tudo: de homens e mulheres que desejem a santidade e a perfeição de Deus. Isso significa um mundo de irmãos, desprovidos de mentira e de rivalidade, de inveja e de a avareza, de pecado e de morte.
Cada dia, com as nossas mãos vazias, para as encher de Deus... que belo projecto, que fantástico desafio...

