"Muda tudo até o mundo"
"É por amor que se aceita e também se diz que não
Só por amor se rejeita outro amor outra paixão
É por amor que se cai, ou se vence ou se resiste
Por amor nada nos dói, por ele não se desiste
É por amor que nos damos a quem não gosta de nós
É por amor que cantamos até já não termos voz
É por amor que se aposta toda a vida num segundo
Porque quando a gente gosta muda tudo até o mundo".
É verdade que se trata da letra de um fado.
Mas não é menos verdade que ele nos fala, relembra, de algo que teimosamente este nosso tempo teima esquecer. Não é menos verdade que estas palavras sublinham uma verdade maior que deveríamos deixar comandar o pulsar dos nossos corações.
«É por amor»!
Ou não é!
E a não ser, tudo quanto somos, dizemos, pensamos ou fazemos, fica comprometido.
O amor muda tudo, até o mundo.
O amor - bem sei que é uma palavra gasta, banalizada, mal tratada - é algo que nos há-de seduzir, arrebatar, conquistar. O amor é aquela «verdade» e aquele «sentir», aquela «experiência» e aquele «horizonte» que tem de nos definir enquanto pessoas e enquanto cristãos.
Bento XVI afirmava há tempos que «só o amor pode salvar o mundo».
E não será exagero afirmar que só o amor pode salvar a Igreja; só o amor pode salvar o homem que somos.
Esse amor que nos faz dizer «sim» e dizer «não»; esse amor que nos leva à aventura do perdão e da reconciliação; esse amor que nos impede de olhar fixamente e em exclusivo para o nosso umbigo; esse amor que nos faz esquecer de nós para corrermos em busca de cada outro; esse amor que, ao jeito de Jesus, nos impele a dar a própria vida e porque a isso somos chamados.
Por isso faz sentido cantar - com a voz e com a vida - que o amor muda tudo até o mundo.
A começar pelo mundo que nós somos, o mundo do nosso coração, o mundo do nosso pensar, o mundo do nosso olhar, o mundo do nosso desejar, o mundo do nosso sentir...
O amor como base sólida de cada amanhecer, enquanto nos for dado o dom de experienciar cada alvorecer, transfiguraria sobremaneira esta nossa humanidade.
Um pequeno passo, um simples desejo, uma humilde sentimento, uma «usada» palavra: amor.
Caminho verdadeiro que nos enche e nos preenche, estrada com sentido e sem fim, que muda tudo, até o mundo...
Um fado... cantado.
Um caminho... vivido.
Só por amor se rejeita outro amor outra paixão
É por amor que se cai, ou se vence ou se resiste
Por amor nada nos dói, por ele não se desiste
É por amor que nos damos a quem não gosta de nós
É por amor que cantamos até já não termos voz
É por amor que se aposta toda a vida num segundo
Porque quando a gente gosta muda tudo até o mundo".
É verdade que se trata da letra de um fado.
Mas não é menos verdade que ele nos fala, relembra, de algo que teimosamente este nosso tempo teima esquecer. Não é menos verdade que estas palavras sublinham uma verdade maior que deveríamos deixar comandar o pulsar dos nossos corações.
«É por amor»!
Ou não é!
E a não ser, tudo quanto somos, dizemos, pensamos ou fazemos, fica comprometido.
O amor muda tudo, até o mundo.
O amor - bem sei que é uma palavra gasta, banalizada, mal tratada - é algo que nos há-de seduzir, arrebatar, conquistar. O amor é aquela «verdade» e aquele «sentir», aquela «experiência» e aquele «horizonte» que tem de nos definir enquanto pessoas e enquanto cristãos.
Bento XVI afirmava há tempos que «só o amor pode salvar o mundo».
E não será exagero afirmar que só o amor pode salvar a Igreja; só o amor pode salvar o homem que somos.
Esse amor que nos faz dizer «sim» e dizer «não»; esse amor que nos leva à aventura do perdão e da reconciliação; esse amor que nos impede de olhar fixamente e em exclusivo para o nosso umbigo; esse amor que nos faz esquecer de nós para corrermos em busca de cada outro; esse amor que, ao jeito de Jesus, nos impele a dar a própria vida e porque a isso somos chamados.
Por isso faz sentido cantar - com a voz e com a vida - que o amor muda tudo até o mundo.
A começar pelo mundo que nós somos, o mundo do nosso coração, o mundo do nosso pensar, o mundo do nosso olhar, o mundo do nosso desejar, o mundo do nosso sentir...
O amor como base sólida de cada amanhecer, enquanto nos for dado o dom de experienciar cada alvorecer, transfiguraria sobremaneira esta nossa humanidade.
Um pequeno passo, um simples desejo, uma humilde sentimento, uma «usada» palavra: amor.
Caminho verdadeiro que nos enche e nos preenche, estrada com sentido e sem fim, que muda tudo, até o mundo...
Um fado... cantado.
Um caminho... vivido.
